Figueira asiática que dá micro frutos. Árvore perene cujas folhas verde-brilhantes renovam-se parcialmente várias vezes ao ano. As obras Devir eternizam esse ciclo natural em composições orgânicas e contemplativas.
Trepadeira tropical de crescimento exuberante, alcançando até 20 metros. Preservadas na coleção Devir suas folhas capturam a energia viva desse ciclo natural. Algumas chegam a um tom brilhante de preto profundo.
EM BREVE APRESENTAREMOS ESSA NOVA OBRA DA COLEÇÃO.
As obras da série Devir são criadas a partir de folhas naturais cuidadosamente selecionadas, secas e preservadas para perpetuar sua beleza única. Cada composição respeita as formas originais, nuances cromáticas e ondulações das folhas, explorando gradientes de cor, texturas orgânicas e volumes em relevo que evocam movimento e contemplação.
ASPECTO TÉCNICO
Fazendo uso da técnica de Assemblage cada obra contém em média 150 a 300 folhas, aplicadas manualmente sobre tela ou base de madeira, utilizando uma combinação de colas especialmente escolhidas para preservação. As peças medem aproximadamente 20 x 30 cm, podendo ser adaptadas a tamanhos maiores mediante encomenda.
FORMATO DE ENTREGA
A obra pode ser apresentada em caixa de acrílico translúcida, que confere um aspecto de escultura de galeria, ou em caixa de madeira branca com vidro frontal, ideal para composições versáteis em diferentes ambientes.
IMPRESSÕES EMOCIONAIS QUE DESPERTA
A coleção Devir é uma expressão do design biofílico, trazendo a natureza para dentro dos espaços de forma sensorial e poética. Suas composições convidam ao olhar atento, favorecendo momentos de pausa e contemplação. Além do valor estético, cada peça atua como um elemento meditativo, capaz de acalmar a mente e transformar a atmosfera do ambiente, tornando-se um diferencial refinado para projetos de interiores e coleções privadas.
A Ficus microcarpa é uma árvore ornamental de copa ampla, nativa da Ásia e amplamente cultivada em regiões tropicais e subtropicais. Suas folhas pequenas, brilhantes e de um verde intenso são densas e elegantes, formando um manto exuberante que oferece sombra generosa. Essa espécie é reconhecida por sua longevidade, resistência e beleza perene, além de ser símbolo de vitalidade e conexão com a natureza em muitas culturas.
Na série Devir, suas folhas ganham uma nova dimensão, preservando a memória do ciclo natural da árvore e revelando, em relevo e cor, um fragmento da poesia viva das paisagens urbanas e tropicais onde a Ficus floresce.
A Mucuna bennettii, conhecida popularmente como Cipó Jade ou Trepadeira Jade vermelha, é uma trepadeira tropical nativa da Papua-Nova Guiné e muito cultivada em regiões quentes e úmidas. Seu crescimento é vigoroso, alcançando até 12 a 20 metros de extensão, formando cascatas de folhagem verde intensa entrelaçada a suportes naturais ou estruturas de jardim.
Suas folhas, compostas geralmente por três folíolos, renovam-se algumas vezes ao ano, caindo gradualmente para dar lugar a novas brotações. A planta é especialmente admirada por suas inflorescências pendentes de cor vermelho-alaranjado vivo, que atraem polinizadores e conferem um aspecto exótico e exuberante ao ambiente.
Na série Devir, as folhas recolhidas após esse ciclo natural de renovação são preservadas e aplicadas em composições de relevo, eternizando a energia vibrante e o movimento característico dessa trepadeira única.
Desde criança, encontrei nas árvores minhas primeiras inspirações, desenhando seus contornos e folhagens com encanto e curiosidade. Estudei na Escola Panamericana de Artes de São Paulo, na unidade da Brigadeiro Luís Antônio, então cercada por árvores que alimentavam ainda mais minha contemplação artística – muito antes de o prédio se tornar aquela icônica pirâmide.
Mais tarde, a graduação em Marketing ampliou minha visão, permitindo unir arte e criação a projetos com uma essência mais comercial, sem jamais perder a sensibilidade do traço.
Minha trajetória é feita de cursos de arte e pintura, estudei violino, cantei em corais, realizei alguas viagens e experiências que teceram o que chamo de “tecido criativo”.
Hoje, retorno inevitavelmente às artes, reencontrando nas folhas e árvores a conexão mais profunda com a natureza – e também comigo mesma.
A série Devir nasce dessa paisagem interior, onde cada folha é memória, cada composição é um convite à contemplação à ação do tempo e aos delicados ciclos da vida que se renovam.